"Gato que brincas na rua Como se fosse na cama, Invejo a sorte que é tua Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais Que regem pedras e gentes, Que tens instintos gerais E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim, Todo o nada que és é teu. Eu vejo-me e estou sem mim, Conheço-me e não sou eu."
 Este poema faz parte do meu imaginário infantil... Não sei pk, mas sempre me identifiquei mt com ele:)
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